Internação involuntária: 2º caso registrado no DF é de idoso em estado grave
Internação involuntária: 2º caso registrado no DF é de idoso em estado grave Um idoso de 72 anos em situação de rua foi internado de forma involuntária ...
Internação involuntária: 2º caso registrado no DF é de idoso em estado grave Um idoso de 72 anos em situação de rua foi internado de forma involuntária pela Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (25), na Asa Sul, em Brasília. A informação foi confirmada pela subsecretária de Saúde Mental Fernanda Falcomer durante coletiva à imprensa nesta terça-feira (26). 🔎 A lei que prevê a internação voluntária de pessoas em situação de vulnerabilidade social ou em situação de rua foi sancionada em julho deste ano e regulamentada nesta segunda-feira. Ainda segundo a subsecretária, o idoso estava em estado de negligência e sob uso de álcool. Ele foi acolhido pelos próprios moradores da região, que chamaram o CAPs. "Ele também não queria ir, mas estava tão debilitado que não ofereceu resistência", afirmou Falcomer. Ele está internado em uma UPA, de acordo com a Secretaria de Saúde. Pessoas em situação de rua em Brasília, em imagem de arquivo TV Globo/Reprodução ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Primeiro caso DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua O 1º caso de internação involuntária foi o de um homem de 31 anos, resgatado andando pelos trilhos do metrô no domingo (23). O caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. Segundo o boletim de ocorrência, uma equipe do Samu constatou "que o indivíduo se encontrava em surto", por isso "a equipe decidiu pela realização da condução e internação do homem, uma vez que o indivíduo apresentava iminente risco à coletividade". O próximo passo, após a recuperação, é integrar políticas de assistência social, como a de habitação, segundo a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer. "A internação é uma medida excepcional, prevista em lei. Às vezes, é uma necessidade do próprio quadro. E é apenas pelo tempo necessário. Aqui no DF o prazo é de em média 30 dias. Depois da internação o paciente continua o acompanhamento pelo CAPs", afirmou a subsecretária. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.